Como anda sua autoestima? A importância de se amar

Em tempos em que bem-estar é palavra-chave para uma vida mais saudável e equilibrada e que hashtags como #selfcare têm mais de 17 milhões de menções em posts no Instagram (além de inúmeras variações sobre o tema), o conceito de autoestima vem ganhando cada vez mais importância.

No dicionário, autoestima é a qualidade de quem se valoriza. No entanto, quando falamos de vida real, o termo pode ter interpretações mais complexas. A avaliação positiva ou negativa que uma pessoa faz de si mesma está relacionada a emoções, ações, crenças, comportamentos ou qualquer outro tipo de conhecimento de si próprio.

Ter uma boa autoestima é fundamental para o bem-estar mental e físico de qualquer pessoa. E a falta dela pode acarretar uma série de dificuldades. Parece complicado manter o amor-próprio em alta? Um bom começo é acabar com os hábitos que destroem a autoestima.

Comportamentos que atrapalham a autoestima

Segundo especialistas, alguns padrões de comportamento devem ser evitados. Comparar-se com os outros, esperar pela aprovação das pessoas e ter expectativas altas em relação a elas são bons exemplos disso. Colocar os outros sempre em primeiro lugar, ser competitivo em excesso, pensar que não é capaz e guardar mágoas também comprometem a autoestima.

Para aumentar a autoestima e baixar os níveis de ansiedade, lembre-se de viver o presente, reconhecer o seu valor e traçar resultados que você mesma pode alcançar. O tão falado self-care, que em tradução literal significa autocuidado, é tudo aquilo que você pode fazer para (e por) você. Isso vai da meditação à massagem, passando também pelos tratamentos de beleza.

Pode até parecer uma postura egoísta, mas procurar por experiências mais prazerosas é fundamental para ter uma vida mais saudável. Uma pesquisa realizada este ano pela Avon, por exemplo, apresentou dados interessantíssimos sobre a relação das brasileiras com a pele.

Com as mulheres cada vez mais empoderadas, velhos padrões perdem espaço e práticas do dia a dia ganham novos significados. Isso quer dizer que cuidados com a aparência se aproximam mais de momentos de prazer do que de obrigação. Boa notícia, não?

Beleza natural

O estudo ouviu 1.000 mulheres entre 25 e 60 anos de todas as regiões do Brasil. O resultado mostrou, entre outros pontos, que 83% das mulheres cuidam da pele motivadas por um sentimento positivo de prazer, ainda que elas reconheçam que esse cuidado seja necessário.

Em linhas gerais, o estudo comprova que os cuidados com o rosto podem influenciar diretamente na autoestima. Quando o assunto é tratamento, fica bem clara a percepção de que há uma busca por soluções que destaquem a beleza natural. Por isso nos dedicamos ao máximo ao propósito de atender às expectativas desse novo perfil de mulheres que priorizam soluções estéticas acessíveis.

As pessoas estão aprendendo a se amar e se cuidar. E elas estão cada vez mais atentas ao fato de que isso passa longe de ser egoísmo ou futilidade. Olhar no espelho e gostar daquilo que vê contribui para combater a baixa autoestima e é essencial para se ter uma vida mais leve e feliz. Então, se não está satisfeita com aqueles furinhos no bumbum ou quer melhorar o aspecto da pele do rosto, tem o direito de se incomodar e querer melhorar. E isso é muito bom!

Nós temos, aqui no Estúdio Mais, diversos tratamentos para auxiliar você na busca por uma boa autoestima. Agende uma avaliação em uma de nossas unidades.

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